A magia do buquê!

Perceberam que tradição é o que não falta quando falamos de casamento, né?

– alianças
– vestido de noiva
– véu/grinalda
– buquê

E porque a tradição do buquê?
Existem várias teorias, mas nenhuma verdadeiramente comprovada.
Tem a teoria que surgiu na Grécia Antiga → as noivas ofereciam flores para honrar a deusa Hera, a noiva de Zeus.
Já na Idade Média → era costume a noiva fazer o trajeto até a igreja a pé. Nesse percurso recebia ervas e temperos para dar sorte e felicidade, formando assim um buquê. São inúmeras histórias a respeito desta tradição. Cada uma de acordo com a cultura local.
A que mais me identifico é com a teoria francesa, onde era tradição a noiva caminhar até a igreja e no caminho ia recebendo flores. Ao findar o caminho, a noiva tinha em mãos um lindo buquê! A diferença dessa teoria para a da Idade Média são apenas as flores.
O buquê se popularizou na Europa a partir dessa teoria, assim como a sofisticação se deve à Europa também.
Hortênsias, peônias, rosas, orquídeas e as tulipas são flores ideais na elaboração de um buquê. Formatos?  Escolha aquele que combine com o vestido e com seu estilo.
Os que parecem meia esferas são perfeitos para vestidos menos volumosos.
Os redondos e cheios para todos os tipos de noivas.
As cascatas são indicadas para vestidos retos ou minimalistas.
Buquês com flores silvestres simples, com flores da temporada, são ótimos para o estilo BOHO chique. Os assimétricos também.
Na França era tradição passar a sorte para as amigas solteiras. O curioso é que antes da tradição dos buquês, as noivas tinham o hábito de tirar um pedaço do vestido e dar para as solteiras terem sorte. Por isso surgiu a jogada do buquê.
Como escolher? Não existe uma regra, mas nem por isso perde-se a importância. Procure considerar a decor do casamento e o modelo do vestido.
O tamanho?
Não deve ser exagerado, até porque pode esconder parte do vestido e o ideal é acrescentar.
Artificial ou natural ?
Depende do gosto de cada noiva. O importante é que a noiva goste, que seja algo que sonhou.
E se não quiser flores?
Pode substituir o buquê por um rosário de pedras delicadas,  de pérolas…
São tantas as opções de buquê:
Naturais
Artificiais
De papel
De pimenta
De tecido
De botões

Uma observação: Caso opte por flores naturais, procure saber qual flor se adapta ao local onde será o casamento. As tulipas são flores que não resistem a lugares quentes. Lembre-se que o buquê tem lugar de destaque, ninguém merece um buquê murcho, queimado ou com flores abertas demais.

Cal

Foto: Allan Kaiser

Foto: Beto Nascimento

Foto: Lusival Jr.

Foto: Zaar

Foto: Guilherme Calazans

Foto: Lusival Jr.

Foto: Vicente Barros

Foto: Allan Kaiser

 

Ficha Técnica:
Espaço Casa Park Home Restrô
Fotógrafos: Allan Kaiser, Beto Nascimento, Lusival Junior, Zaar, Guilherme Calazans, Vicente Barros.

7 dicas sobre as escolhas de Padrinhos e Madrinhas.

Padrinhos e Madrinhas são pessoas especialíssimas na vida do casal e você pode comprovar isso no significado da palavra MADRINHA, que deriva do latim MATRINA quem vem de MATER, ou seja, MÃE! São especiais ou não?
Vou pontuar sobre esse assunto sendo a mais sucinta possível, mas abordando pontos importantes.

A ESCOLHA…

É um momento crítico. Acabamos cheias de interrogações. Quantos casais? De quais núcleos? Podemos separar os casais? Depois mais interrogações. Definir cor dos trajes? Ou apenas o tom? Modelos iguais?

1-Convidem quem vocês quiserem, mas sabemos que os escolhidos devem ser do convívio dos noivos. Para ajudar, vocês podem escolher um casal da turma da faculdade, outro do trabalho, outro da família e outro dos amigos pessoais. É apenas uma sugestão. Se livre de convidar por obrigação, porque prometeu, porque alguém “brincou” dizendo quero ser a madrinha, hein? Muitos amigos fazem esses comentários, se valorizar, se você importar com isso, acabará por deixar de fora quem você realmente gostaria que fossem os  padrinhos.

Converse com seu noivo (a) na hora de escolher, pois acredito que os dois saberão ponderar e fazer a escolha que realmente desejam.

2- Não faz sentido você convidar o namorado recente da sua amiga, a menos que você já tenha tido um bom contato e queira realmente. O protocolo permite separar casais solteiros, mas os casados não. Use o bom senso. Quando os casais não se conhecem acho importante que promova um ensaio até mesmo para que eles se conheçam, afinal os dois são pessoas próximas do casal e a interação é sempre muito bem-vinda!

3- Os padrinhos não são meros representantes no altar, eles de alguma forma devem participar da organização do casamento. Ajudar na preparação:

– Despedida de solteiro

– Chá de bar

– Chá de cozinha

E no grande dia também tem funções:

– Ajudar no traje

– Animar a pista de dança

– Hora de jogar o buquê

– Alertar um retoque do make

4- O número de casais é relativo. Depende do número de convidados, do tamanho do altar ou do pergolado (no campo). Um mini wedding requer poucos casais, pois são no máximo 120 convidados, creio que três casais é o ideal, mas nada impede que você aumente um pouco, 200 convidados cinco ou seis casais, depende muito do que os noivos desejam e do tamanho do espaço. Friso sempre sobre o tamanho do espaço porque nada mais feio que um altar com padrinhos espremidos.

 5- E o que dar de presente? Não existe mais essa preocupação. O gostoso é dar algo que pareça com os noivos ou com a decor da casa nova.  Algo que o casal lembre e saiba quem presenteou.

6- Acho de bom tom fazer um convite diferenciado. Pode ser uma caixinha personalizada com as iniciais do casal com chocolates, pão de mel ou mesmo promover um jantar informal para cada casal. Fica a critério e criatividade dos noivos.

7- Quanto aos trajes é algo a definir com os noivos. Preferem escolher a cor, ou apenas o tom, modelos iguais, diferentes. Com os padrinhos não restam dúvidas que é mais fácil. Já a madrinhas complica um pouco. Eu jamais escolheria o modelo. Nem todas terão o mesmo biótipo. Creio que a cor ou apenas o tom deixariam as madrinhas tranquilas e as fotos lindas.

Já vi muitas madrinhas infelizes com tantas exigências. É legal deixar que elas opinem a respeito. Pensem nisso!

Cal

Foto: Allan Kaiser

Foto: Allan Kaiser

Foto: Allan Kaiser

Foto: Wilson Jr.

Foto: Beto Nascimento

Foto: Miragens Produções

Foto: Miragens Produções

Foto: Beto Nascimento

 

Ficha Técnica:
Espaço: Casa Park Home Restrô
Fotógrafos: Allan Kaiser, Beto Nascimento, Miragens Produções, Wilson Jr.

 

 

 

Mini weddings: Quando o menos é mais!

Sou uma defensora dos Mini Weddings por um único motivo: Gosto de gente, de pessoas, de turmas!
Contraditório, né?
É que estas cerimônias estimulam justamente isso. Por ser um evento mais restrito, mais reservado, é comum que a maioria dos convidados se conheçam, tornando assim a festa até mais divertida. Sem contar que é muito mais prazeroso compartilhar esses momentos com seus familiares e os amigos mais próximos, concorda?

Mas não se iluda achando que, por ser uma proposta menor, você precisará de menos tempo para a organização e preparação do evento. O Mini Wedding precisa de tudo que um casamento maior exige. E digo mais, se quiser que tudo aconteça sem correrias, comece a planejar com um ano de antecedência, como qualquer outro casamento.

O Mini Wedding é a opção perfeita para quem procura algo mais íntimo, mas nem sempre é a mais econômica.

Como assim?
Explico. Por ter um número reduzido de convidados, muitas noivas investem mais em qualidade, tornando assim o casamento nem tão econômico como se imaginava. Mas não desanime! Já vi Mini Weddings belíssimos ao optarem por uma decor DIY. E Para quem não sabe, DIY é a tradução de “faça você mesma”.
A opção por um Mini Wedding vem crescendo muito no Brasil, muito provavelmente pelas facilidades que as redes sociais proporcionam, pois te dão acesso a estas cerimônias que já existem há muitos anos fora do Brasil. Acredita-se que o destination weddings, que são cerimônias realizadas fora da cidade onde moramos, podendo ser no Brasil ou até mesmo no exterior, ajudaram também a propagar esta “nova opção”.

Mas voltando aos Mini Weddings, veja como planejar a sua: LISTA DE CONVIDADOS: No máximo 100. Comece fazendo a sua lista pelos familiares mais próximos, aqueles que você realmente tem contato, e depois os amigos indispensáveis, aqueles que fazem parte de seu dia a dia. Dessa forma, conseguirá chegar aos 100 convidados. “Ah, minha lista chegou a 110 e agora?”. Não tem o menor problema. Você ainda está organizando um Mini Wedding. Passando desse número, você já estará saindo da proposta.

ORGANIZAÇÃO: Preocupações iguais a qualquer outro casamento, proporcionalmente menores, já que a lista de convidados é mais reduzida.

LOCAL: Terá mais opções, afinal de contas você precisará de um espaço menor. Sendo assim, você abrirá um leque de possibilidades, seja numa cobertura, uma chácara (se preferir algo no campo), ou até numa casa de praia.
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DECOR: Uma boa oportunidade de se optar pelo DIY. Vasinhos com cordas, pompons de tulê, potes de vidros decorados, mural de fotos e recados, cantinho de “quando tudo começou”, anel de guardanapo e etc…

BUFFET: Por ser um evento com menos convidados, o cardápio pode ser mais bem elaborado, com um menu especial e variedades de bebidas.

FOTOS: É possível ter fotos com todos, ou quase todos os convidados, e seu vídeo poderá ser muito mais caprichado.

MÚSICA: Pode ser até aquele seu amigo que tenha uma banda, ou que seja um DJ. Como todos seriam próximos, tenho certeza que não faltaria animação.

Enfim, se você sonha com um casamento mais personalizado, que realmente tenha o seu toque, mais reservado sem perder a animação, a solução é o Mini Wedding.

Você não quer passar a metade da festa cumprimentando seus convidados, não é mesmo?

Espero ter ajudado e até a próxima!

Cal

Foto: Beto Nascimento

Foto: Beto Nascimento

Foto: Lusival Junior

Foto: Lusival Junior

Foto: Images of love

Foto: Images of love

Foto: Images of love

Foto: Allan Kaiser

Foto: Allan Kaiser

 

Ficha Técnica:
Fotógrafos: Beto Nascimento, Lusival Junior, Images of love, Allan Kaiser
Espaço: Casa Park Home Restrô

 

 

Mesas comunitárias, uma paixão!

 

Confesso que sou apaixonada por mesas comunitárias! Mais alguém? Talvez seja até um pouco tendenciosa ao falar sobre, mas tentarei me manter imparcial.

 São mesas extensas, comportam muitas pessoas, de dez para mais convidados e algumas tem formato de U, todas muito atraentes. E como se diz: dividimos o espaço, mas multiplicamos a interação. Na verdade, nada mais é do que uma forma de resgatar aquele momento em família ou num evento social através de uma cerimônia de casamento.

Essas mesas são tradicionais na cultura americana. No brasil está virando tendência. Você pode mesclar, mesas redondas para grupos e uma comunitária apenas para os pais e irmãos dos noivos.

A decoração das mesas comunitárias dá uma visual bem particular. Aposte em arranjos florais baixos, como uma jardineira com flores da sua preferência, em velas ou mesmo em uma iluminação suspensa e terá um efeito na foto sensacional, pode acreditar.

Se preferir algo mais sofisticado, use castiçais de prata, mini vasinhos com flores em tons suaves ou arranjos florais altos, que possam ser vistos de longe. Desta forma não atrapalhará a interação dos convidados e terá um ambiente elegante e acolhedor.

As mesas comunitárias são ideais para casamentos no campo, mini weddings, a céu aberto, em plena natureza, descrevendo assim uma decor rústica. No entanto, nada impede que sejam utilizadas em cerimônias maiores. O importante é o que se deseja atingir, que é a união dos convidados em um ambiente receptivo e envolvente.

Então, se animou? Vai optar pela mesa comunitária? Confesso que é amor a primeira vista. Por estar em crescimento no Brasil, nem todas aderem com facilidade, mas se consegui fazer você pensar a respeito, já estou feliz.

Abaixo, inspirações de casamentos realizados na Casa Park Home Restrô.

Cal.

Foto: Lusival Jr.

Foto: Vicente Barros

Foto: Allan Kaiser

Foto: Guilherme Molento

Foto: Guilherme Calazans

Foto Thiago Moser

Foto: Thiago Moser

 

Ficha Técnica:
Espaço: Casa Park
Fotótografos: Lusival Junior,Vicente Barros, Allan Kaiser, Guilherme Molento, Guilherme Calazans, Thiago Moser.